Veja quais são as orientações do Banco Central para evitar ser enganado.
Quando o assunto é tecnologia para o sistema financeiro, o Brasil tira de letra. Você já deve ter se cansado de ver: Pix, Open Finance, ou até toda a inovação nos aplicativos da sua instituição financeira. O resultado é mais eficiência e facilidade no dia a dia.
Mas é necessário manter a atenção. Golpistas estão sempre criando novas maneiras de nos enganar, seja no ambiente físico ou digital – e alguns cuidados simples já são o suficiente para se livrar de uma dor de cabeça daquelas.
O próprio Banco Central, um dos responsáveis por dar as diretrizes do nosso sistema financeiro e ficar de olho no seu cumprimento, sabe muito bem disso. E ele pode dar boas dicas para se proteger. Veja quais são elas:
Confirme antes de transferir dinheiro: Recebeu mensagem no WhatsApp ou no Telegram pedindo uma transferência? Desconfie. Mesmo que pareça ser alguém próximo, a recomendação é confirmar por ligação ou até falando pessoalmente antes de mandar qualquer valor. Hoje já existem vídeos e áudios feitos com inteligência artificial que imitam voz e imagem de pessoas conhecidas. Ou seja, cuidado redobrado.
Nunca aceite ajuda de estranhos no caixa eletrônico: Se precisar de suporte, peça apenas a funcionários do banco — eles estarão com crachá e uniforme de identificação.
Desconfie de promessas boas demais: Heranças inesperadas, doações generosas ou prêmios em moedas estrangeiras, como o dólar, podem esconder golpes. E nunca envie dinheiro para o exterior com a promessa de receber um valor maior depois.
Não compartilhe cartão ou senha: Nem mesmo com pessoas conhecidas. Essas informações são pessoais e intransferíveis.
Em caso de dúvida, fale sempre com seu banco: Procure os canais oficiais, como aplicativos ou centrais telefônicas oficiais da instituição, para confirmar qualquer suspeita